Menos de um ano depois da última tentativa, a Alphabet, dona da Google e do YouTube, está a tentar proteger os anunciantes para que estes não sejam ligados a vídeos que contenham violência ou má linguagem.
Sobre as novas regras, a Google irá remover anúncios de um número “significativo” de canais do YouTube, 99% dos quais geraram menos de 100 dólares em anúncios no último ano. Esta decisão chega depois dos anúncios sentirem que estão, de certo modo, a patrocinar material inapropriado.
Para que isto não aconteça, a Google promete que irá rever todos os segundos dos vídeos mais populares que possam vir a receber publicidade até ao final de março, para além de modificar os pré-requisitos para que possa existir um canal comercial.
No último ano, mais de 250 anunciantes retiraram os seus anúncios do YouTube depois de notícias que davam conta de que a sua publicidade era mostrada em vídeos com propaganda extremista.
Muitas dessas marcas acabaram por voltar semanas ou meses depois, mas acabaram por suspender as negociações com o YouTube depois dos seus anúncios serem novamente ligados a vídeos em que crianças apareciam em perigo.
Segundo os analistas financeiros, estes problemas não afetaram as receitas do YouTube, uma das principais fontes de rendimento da Google.
A partir do dia 20 de fevereiro, quem fizer vídeos terá de atrair os seus utilizadores a ver um total de, pelo menos, quatro mil horas dos seus vídeos nos últimos 12 meses e ter, pelo menos, mil seguidores antes de poder ter anúncios nos seus vídeos e gerar receitas a partir dos mesmos.
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