A Xiaomi, fabricante de smartphones chinesa, está a mover os dados de clientes e as suas plataformas de Internet para servidores fora da China, isto acontece apenas alguns meses depois da empresa pedir desculpas sobre preocupações com a privacidade.
Desde o início deste ano, a Xiaomi está a retirar os dados do país como uma forma de “reduzir a latência e as taxas de falhas” para os seus clientes em todo o mundo, disse o vice-presidente da empresa, Hugo Barra num post on-line.
A Xiaomi expande-se agressivamente fora da China após emergir como uma das maiores fabricantes de smartphones no seu mercado doméstico. A sua crescente presença internacional também trouxe novas inspeções na empresa, incluindo as preocupações sobre as suas políticas de privacidade.
Em agosto, os media locais de Taiwan e especialistas em segurança descobriram que telefones Xiaomi tinham enviado dados para um servidor da empresa sem a permissão dos utilizadores. A empresa mais tarde pediu desculpas e introduziu alterações ao seu software do smartphone.
As preocupações têm uma sensibilidade adicional, uma vez que a Xiaomi é baseada na China, um país que tem sido criticado pelas suas rígidas políticas de censura, e por supostamente realizar ataques de hackers contra empresas e outros governos.
Hugo Barra afirmou que a empresa está a mover as suas plataformas de e-commerce internacionais de Pequim para os data centers da Amazon, na Califórnia e Cingapura. Esta mudança vai estar concluída no final deste mês, e irá melhorar a velocidade de carregamento de websites em mercados como Hong Kong, Taiwan e Índia.
Além disso, a Xiaomi começou a mover os serviços internacionais para o seu sistema operacional Android customizado, MIUI, de Pequim para os centros de dados da Amazon em Oregon e em Cingapura, com a data de conclusão marcada para o final de 2014.
No próximo ano, a empresa estará a trabalhar com provedores de data center locais na Índia e no Brasil para hospedar serviços de atendimento para esses mercados.
A empresa chinesa anunciou em abril que pretende expandir-se para dez mercados estrangeiros, inclusive a Rússia, México e Indonésia.
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