A DJI é conhecida como um dos maiores fabricantes de drones e câmeras mas decidiu explorar novos territórios usando a tecnologia para ajudar as equipas de emergência nos incêndios e salvamentos.
Em parceria com a EENA, foram instalados 4 locais de testes com o objetivo de usar drones para melhorar os serviços de emergência.
Em conversa com Joanne Chen da Foundation Capital, Durscher indicou que “houve vários desafios, como por exemplo no caso dos bombeiros relativo à localização do drone. Deve ficar no carro dos bombeiros ou num veículo separado?”
“O futuro pode ser que o drone voe diretamente do quartel para o sítio do incêndio e que durante o caminho envie informação sobre o estado do trânsito para o carro dos bombeiros e quando chegue, envie imagens panorâmicas da situação para se saber se é necessário enviar mais recursos ou não” afirmou o executivo da DJI.
Outro exemplo referido foi a utilização de câmaras térmicas para ajudar a detectar pontos quentes e assim melhorar a eficácia do combate ao incêndio.
Romeo Durscher partilhou uma história dos resultados obtidos numa das áreas de teste na Irlanda em que um drone levou 20 minutos a encontrar uma pessoa, numa situação de salvamento, enquanto que uma equipa de 5 socorristas levaram cerca de 120 minutos. A tecnologia ajudou a reduzir o tempo de procura e isso pode ajudar a salvar vidas.
Durscher referiu que “os drones mudaram de um objecto voador para dispositivo que recolhe dados” e essa funcionalidade abre inúmeras possibilidades.
No futuro, o Director de Educação considera que os drones terão ainda mais sensores, serão mais autónomos e cada vez mais usados como transporte de cargas. Mas referiu que “muitas das aplicações ainda nem sequer foram pensadas” mas que ocorrerão da evolução do software e de melhoramentos no hardware.
No final, Romeo Durscher referiu que a DJI lançou hoje um whitepaper com os resultados desta experiência e deixou um apelo à comunidade, “leiam e participem, nós queremos aprender”.
Para descarregar o whitepaper, clique aqui.
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