Em outubro de 2015, a maior retalhista do mundo pediu permissão aos reguladores norte-americanos para testar drones em entregas de produtos a clientes e verificação de stocks.
Os reguladores federais dos EUA ainda estão a analisar as regras para a operação comercial de drones, que seriam envolvidos em entregas de encomendas – vistos como a próxima fronteira para as grandes cadeias como Wal-Mart e Amazon.
Um dos vice-presidentes do Wal-Mart, Shekar Natarajan fez uma demonstração do uso dos drones para os jornalistas num dos centros de distribuição regionais da empresa.
“Ainda estamos nas fases iniciais de testes e compreensão sobre como os drones podem ser utilizados da melhor maneira em tipos diferentes de funções de negócios”, disse.
O drone, controlado remotamente, capturou imagens a 30 frames por segundo de produtos nos corredores e alertou o utilizador quando o produto estava esgotado ou armazenado incorretamente. Natarajan disse que os drones podem reduzir o trabalhoso processo de conferir stocks no armazém para um dia. Atualmente, este processo demora um mês a ser concluído pois é realizado manualmente.
A empresa informou que a tecnologia e a câmera instalada nos drones foram desenvolvidas especificamente para a Wal-Mart.
*Com reportagem de Nandita Bose, da Reuters
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