O plano da Vodafone para comprar o seu parceiro indiano por 1,6 mil milhões recebeu aprovação do governo, seis meses depois da Índia ter acabado com os limites de propriedade estrangeira no setor.
O CEO Vittorio Colao conta com o crescimento da empresa na Ásia e em África para compensar a “guerra de preços” na Europa e que foi uma das principais razões da quebra na receita da Vodafone no último trimestre. A Índia, que é a maior base de clientes e uso de minutos do grupo, fornece cerca de dez por cento das receitas da Vodafone.
Antes da decisão ter sido anunciada, Colao, numa conference call, afirmou que “com o tamanho da população da Índia e o crescimento do GDP e os dados necessários, não é difícil de imaginar que a Índia se tornou muito importante para a Vodafone”.
A Vodafone vai considerar aquisições na Índia assim que exista mais claridade no ambiente operacional das telecomunicações, acrescentou o CEO. O grupo é a segunda maior operadora de wireless a nível de subscritores, só ultrapassada pela China Mobile.
Vittorio Colao afirmou, ainda, que a Índia se vai tornar no segundo maior mercado da Vodafone, não dizendo que isso irá acontecer em pouco tempo.
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