Os despedimentos acontecem numa altura crítica para o Twitter, cujo CEO Jack Dorsey não queria vender e viu todos os interessados irem embora sem acordo. Alphabet, Salesforce e Disney – as gigantes acabaram por não fazer qualquer proposta pela rede de microblogging.
No caso da Salesforce, o CEO Marc Benioff afirmou que teve de desistir após protestos dos investidores da companhia, que não queriam vê-la metendo-se com uma rede social que acumula prejuízo.
O Twitter tem dois problemas fundamentais: continua a perder dinheiro, dez anos após a sua fundação, e não está a conseguir fazer crescer o número de utilizadores frequentes nem da audiência mais alargada. Apesar do tremendo impacto que o Twitter tem a nível social e político (é só olhar os escândalos do candidato Republicano nos Estados Unidos, Donald Trump), a audiência da rede é parca quando comparada com as propriedades do rival Facebook. Incluindo o Instagram.
A base de utilizadores ativos do Twitter estagnou em torno de 320 milhões, e não é porque as pessoas estejam saturadas de redes sociais; o Facebook, que já passa 1,7 bilhões de utilizadores registados, continua a crescer em todos os indicadores de utilização.
Os despedimentos deverão ser anunciados antes da abertura do mercado bolsista na quinta-feira, dia em que o Twitter irá apresentar os seus resultados trimestrais.
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