O acesso ao Twitter e ao YouTube foi bloqueado na Turquia, depois de terem sido veiculadas nestas plataformas fotografias do promotor público de Istanbul a ser ameaçado com uma arma de fogo durante uma situação de reféns.
Já em 2014 o governo turco, sob fortes críticas por parte da comunidade internacional, havia interditado o acesso ao Twitter e ao YouTube, no seguimento da divulgação, nestas redes, de conversas confidenciais entre oficiais do governo do então primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan, agora Presidente da Turquia. Estas conversas alegadamente apontavam para atividades governamentais corruptas, o que levou a Turquia a agir prontamente, cortando o mal pela raiz.
Na semana passada, o gabinete do procurador Mehmet Selim Kiraz foi tomado violentamente por membros radicais da extreme esquerda. No decorrer da operação de resgate os dois perpetradores foram abatidos. Contudo, já no hospital, o procurador, que estaria sob ameaça de uma arma de fogo, sucumbira aos ferimentos.
Citado pela Reuters, um porta-voz do governo turco, Ibrahim Kalid, afirmou que a proibição do acesso ao Twitter e ao YouTube acontece depois de nas plataformas terem sido publicadas imagens de um dos criminosos a encostar uma arma à têmpora direita de Kiraz.
O porta-voz refere que o que aconteceu nestas duas plataformas online foi tão grotesco como o ato terrorista em si.
Vários jornais locais afirmaram que as fotos do procurador circulavam no Twitter e no YouTube enquanto a situação de desenrolava.
Consta que havia sido pedido ao Twitter e ao YouTube que removessem as imagens que mostravam o procurador sob ameaça de uma arma de fogo, mas as redes recusaram, pelo que o governo turco decidiu enveredar por um caminho jurídico e terminar os websites no país.
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