O Washington Post foi à procura de resposta. E encontrou-a. Cada uma, à sua maneira, assustou os investidores com os últimos resultados trimestrais, mas há mais para além disto.
O cenário poderia parecer idílico: lucros no valor de 10,7 mil milhões de dólares e um crescimento de 35 por cento nas vendas do principal produto da empresa. Mas, quando a empresa se chama Apple, o “muito bom” não chega. Os investidores torceram o nariz aos resultados do terceiro trimestre do ano fiscal da marca da maçã, que viu o seu valor de mercado cair uns vertiginosos 60 mil milhões de dólares.
Os analistas colocaram a fasquia alta para a Apple, prevendo pelo menos 49 milhões de unidades de iPhone vendidas. Só que a empresa de Cupertino não foi para além dos 47,5 milhões de dispositivos. Como explica o Washington Post, a somar a esta quebra das expetativas, os analistas da indústria de smartphones dizem que as vendas de iPhone estão à beira de um precipício. Dado que 70 por cento das receitas da empresa vêm deste produto, a retração do investimento era natural.
O caso da Microsoft é bem diferente. A empresa de Redmond conseguiu superar as expectativas dos investidores em relação às vendas de serviços de cloud e de hardware, escreve o Washington Post. Mesmo o Microsoft Surface, de que pouco se esperava, viu as vendas aumentarem 100 por cento.
Mas, na hora de fazer as contas, a Microsoft registou uma perda recordista de 3,2 mil milhões de dólares para o segundo trimestre do ano, graças à aquisição da Nokia. Além disto, o que parece estar a abalar a confiança dos investidores, diz o jornal norte-americano, é o processo de transição que a tecnológica atravessa. Se durante anos o foco esteve no Windows, PCs e no Office, agora a empresa está mais preocupada em construir software para múltiplas plataformas.
Por fim, a Yahoo. Mais uma a bater as previsões dos analistas para as receitas do trimestre. O problema ficou do lado dos custos, com as despesas para atrair clientes dos concorrentes, como o Google e o Bing, a aumentarem. No medir de forças, os gastos levaram a melhor e resultaram num prejuízo de 21,6 milhões de dólares.
Não é fácil gerar dinheiro a partir dos anúncios online. É precisamente este o problema da Yahoo, que, mesmo com aumento do número de anúncios exibidos, não consegue abafar os custos.
Em declarações ao Washington Post, o analista Brian Wieser, do grupo Pivotal, disse que empresa também enfrenta dificuldades a longo-prazo, como garantir poder sobre a estrutura de preços no longo-prazo. Mas deixou uma nota de esperança: “a Yahoo têm uma das maiores bases de utilizadores da internet e ainda tem tempo para conceber novas estratégias para melhorar o seu produto e monetizar as suas propriedades”.
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