O setor das telecomunicações vai ficar livre da contribuição extraordinária mas vai pagar mais pelas taxas de espectro. Estas, no entanto, não entram diretamente no Orçamento do Estado.
A coligação governativa PSD e CDS-PP chegou a propor a criação de uma contribuição extraordinária para o setor das telecomunicações, tal como o Orçamento de Estado para o próximo ano incluiu para o setor da energia, que não chegou a avançar.
Com a aprovação da subida da taxa de espectro, que entra no conjunto de medidas para gerar receitas alternativas para o Orçamento de Estado, cabe ao Governo fazer publicar uma portaria a alterar o custo do espectro.
Desde 2011 que as taxas não aumentam. Aliás, nesse ano as taxas chegaram mesmo a ser reduzidas no âmbito da atribuição de licenças no leilão para a quarta geração móvel.
Já em 2010, os operadores pagaram 51 milhões de euros, tendo depois baixado dez milhões mesmo com mais frequências. A medida agora prevista, apresentada pelo PSD, vai repor o valor que a Anacom recebia há três anos.
A portaria terá de sair rapidamente, de modo a que os operadores paguem o valor inflacionado no próximo pagamento, para que possa chegar aos cofres do Estado no quarto trimestre de 2014, quando os dividendos da Anacom são entregues ao Estado.
O valor de dividendos tem de ser maior. Se a portaria demorar, a medida corre o risco de só chegar ao Orçamento do Estado em 2015, a não ser que o Governo decida alterar a fórmula de receber as taxas.
Os estatutos da Anacom deverão ser mudados para se adaptar à lei-quadro dos reguladores. Em 2012 a Anacom recebeu 41 milhões de euros de taxas de espectro, mas só entregou em dividendos ao Estado 24,6 milhões.
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