Em outubro de 2014, a Symantec anunciou que seu conselho diretor aprovou com unanimidade um plano de dividir a empresa em duas organizações independentes de capital aberto: uma voltada para a segurança, a outra para o gerenciamento da informação. A primeira ficava com o nome Symantec, a segunda herdaria o nome Veritas.
Na altura, a empresa explicou que a decisão da Symantec de separação foi tomada após uma extensa avaliação da estratégia e estrutura operacional da empresa. “A criação de duas entidades independentes permitirá que cada uma delas maximize suas respectivas oportunidades de crescimento e promova maior valor para os acionistas”, diziam na altura.
“Estamos a preparar os departamentos de vendas da Symantec e da Veritas para atuar de forma independente no começo do ano fiscal da Symantec, no início de abril de 2015. Nos próximos meses compartilharemos os detalhes sobre a cobertura de cada território e a estrutura de vendas. A separação continua prevista para o fim do ano e nossa expectativa é de que possamos proporcionar melhores resultados para nossos clientes, parceiros e acionistas”.
Algo que não viria a acontecer já que em agosto a empresa de segurança avançava com a venda da Veritas a um grupo de investidores liderado pelo Carlyle Group, juntamente com o GIC, fundo soberano de Singapura, e outros investidores, por 8 mil milhões de dólares em dinheiro, cerca de 7,240 milhões de euros. A transação, que foi aprovada por unanimidade pelo Conselho de Administração da Symantec, deverá ser concluída até ao dia 1 de janeiro de 2016.
Bill Coleman, apontado como CEO da Veritas após o fecho da transação, garante que “a equipa da Carlyle continua muito animada sobre a Veritas, a sua forte marca e os produtos, bem como a sua base de clientes e parceiros. Vemos na Veritas uma oportunidade incrível para a criação de valor e estamos ansiosos por trabalhar juntamente com a forte equipa Veritas existente “.
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