Em conversa com a BIT, Paulo Mena afirmou que o SQL Server 2005 “foi, de facto, uma versão disruptiva, na altura”. Fazendo referência ao término do suporte desta plataforma, o executivo disse que as soluções da Microsoft têm um tempo de vida de 10 anos – 5 anos de suporte normal e 5 de suporte prolongado.
Passando rapidamente pelo percurso histórico da plataforma SQL Server, Mena mencionou que a versão de 2012 foi um momento marcante, tendo sido a primeira a ser integrada com cloud.
No entanto, foi o SQL Server 2014 que, em outubro, levou a Gartner a colocar a Microsoft na posição de líder da categoria de Operational Database Management Systems do Quadrante Mágico.
“Com o 2014 demos um passo enorme, com a componente do in-memory em OLTP”, afirmou o executivo, explicando que esta tecnologia in-memory, permite otimizar o desempenho de aplicações de negócio com o mínimo de investimento em alteração do código do software.
Referindo-se ao SQL Server 2016, Mena disse que “vamos ter evoluções sobre esta tecnologia in-memory”.
No decorrer da conversa, acabámos por desembocar no Business Intelligence. O gestor assinalou que o BI, per se, não faz crescer o negócio. “Se eu não tiver a vontade, se eu não tiver o interesse em mudar, se eu não tiver as pessoas certas para mudar, não vou conseguir fazer nada”, disse Paulo Mena.
Neste campo tecnológico, ele falou-nos da solução Power BI, da Microsoft. Ao associar-se, por exemplo, ao SQL Server, o Power BI converte em matéria visual, como dashboards, relatórios ou gráficos, os dados tratados pela plataforma SQL.
E se integrássemos a inteligência artificial da Cortana no Power BI, para otimizar a obtenção de dados e informações? Bom, quanto a isto, Paulo Mena comentou que a suite de ferramentas Cortana Analytics, apresentada no passado dia 29 de setembro, terá um papel fundamental enquanto elemento catalisador do potencial do Power BI. Assim, ao integrar esta solução na Cortana, as nossas pesquisas terão mais uma fonte onde ir beber informação.
Esta integração, contudo, ainda não está disponível, mas Paulo Mena, sem adiantar uma data mais específica, disse-nos que “está mesmo para muito breve”, sugerindo que poderá acontecer ainda este ano.
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