A empresa de telecomunicações Sprint comunicou hoje perspetivas futuras bastante mais animadoras do que as que havia divulgado, depois de as vendas do primeiro trimestre terem superado as expectativas e de ter conseguido conservar um maior número de subscritores do que havia previsto.
As ações da operadora subiram depois de ter divulgado previsões para o ano que eram univocamente mais satisfatórias do que as adivinhadas pelos analistas, mesmo quando defronta uma austera e inegável consolidação dos seus rivais.
As receitas da empresa aumentaram para 8,88 mil milhões de dólares, tendo em conta que a Sprint manteve um maior número de subscritores mensais do que o que inicialmente esperara.
Ao todo, a operadora foi abandonada por 333 mil subscritores, o que apesar de ser significativo, não deixa de ter o seu quê de otimismo se atendermos ao facto de que os analistas haviam profetizado uma perda de 408 mil subscritores mensais.
A Sprint conseguiu conter a perda de subscritores cobrindo as ofertas dos rivais, com financiamento telefónico e planos coletivos Framily, que integram reduções de custos mensais diretamente proporcionais ao tamanho do grupo.
Contudo, a perda de clientes trouxe aos apelos de Masayioshi Son, CEO da SoftBank, proprietária da Sprint, um novo tom de urgência, pois o executivo há já algum tempo que tem vindo a tentar convencer as autoridades reguladoras norte-americanas a autorizarem a fusão entre a Sprint e a T-Mobile, criando, desta forma, uma terceira mega-operadora que fomentaria a competição na indústria das telecomunicações.
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