Os lucros operacionais do terceiro trimestre da SoftBank caíram 5,9 por cento. Ao tentar restituir a rentabilidade à sua unidade norte-americana Sprint, a operadora japonesa não atingiu os resultados estimados.
A SoftBank adquiriu em 2012 a Sprint, a terceira maior operadora dos Estados Unidos. Cerca de três anos após o negócio que deixou os seus cofres 20 mil milhões de dólares mais leves, a operadora de telecomunicações japonesa disse que no último trimestre de 2014 falharia as projeções para os seus lucros operacionais, que atingiram os 1,6 mil milhões de dólares, ao invés dos cerca de 1,844 mil milhões de dólares previamente calculados por analistas.
O diretor executivo daquela que é a terceira maior operadora móvel japonesa em termos de volume de subscritores, Masayoshi Son, citado pela Reuters, revelou alguma apreensão face à Sprint, reconhecendo que a sua recuperação será uma tarefa árdua.
Mas o declínio da divisão norte-americana da SoftBank não surge como uma surpresa. Durante o período entre julho e setembro de 2014, Son havia comunicado que um dos objetivos da empresa japonesa era colmatar as perdas da Sprint, que tem tido dificuldades em rivalizar a Verizon e com a AT&T pela conquista de clientes.
No entanto, no início deste mês, a Sprint apresentou uma queda das receitas do último trimestre de 2014 menor do que a que se havia esperado. Esta atenuação foi conseguida com a adição de novos subscritores, através de cortes nos preços dos seus serviços e de ofertas promocionais. A perda líquida da Sprint foi, contudo, quase duas vezes superior à registada no trimestre anterior, atingindo os 2,38 mil milhões de dólares.
A compra da Sprint seria, supostamente, parte de uma estratégia de Son para levar as operações da SoftBank para lá das fronteiras da dormente economia japonesa. Mas parece que poderá não ter sido uma jogada muito acertada, visto que a Sprint tem vindo sofrer uma reestruturação profunda, resultando no corte de milhares de postos de trabalho e na perda massiva de clientes.
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