A empresa, que consegue ter mais dimensão do que a Apple Music, tem registado perdas acentuadas desde que foi criada há uma década pelos suecos Daniel Ek e Martin Lorentzon.
Aliás, a empresa tem sido citada como um apetitoso petisco para aquisição por empresas como Facebook ou Alphabet.
“Até agora, tenho visto crescimento, crescimento, crescimento”, disse à Reuters Par-Jorgen Parson, sócio da empresa de investimentos Northzone durante a conferência de companhias de tecnologia Slush em Helsínquia.
Mas não só o crescimento é objetivo deste serviço. O lucro começa agora a fazer também parte dos objetivos que deverá ser conseguido já no próximo ano.
O Spotify, que tinha valor de mercado de mais de 8 mil milhões de dólares quando recebeu uma injeção de recursos no ano passado, teve prejuízo operacional de 184,5 milhões de euros (195,5 milhões de dólares) em 2015, ante resultado negativo de 165,1 milhões de euros em 2014.
A companhia está presente em 60 mercados e cobra uma assinatura mensal aos utilizadores. O problema é que o lucro depende muito dos acordos de pagamento de royalties com as empresas discográficas.
Alguns analistas afirmam, no entanto, que o modelo de negócios do Spotify simplesmente não funciona e que a refém precisamente das empresas discográficas.
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