O voo desta segunda-feira foi o primeiro depois de uma explosão aparatosa no verão, que fez arder milhões de dólares de investimento e deixou Musk desapontado. Ontem, lançou uma versão mais poderosa com a missão de enviar carga para o espaço e conseguiu recuperá-lo intacto, aterrando-o na posição vertical.
O Falcon 9 arrancou um minuto antes das oito e meia da noite na Flórida (1:30 da manhã em Lisboa), com a missão de pôr 11 satélites comerciais da Orbcomm no espaço. A janela temporal de lançamento era curta, apenas 5 minutos, segundo indicou a empresa em comunicado. A colocação dos satélites em órbita demorou cerca de vinte minutos e completou a constelação da empresa de comunicações máquina-a-máquina e Internet das Coisas.
“Esta missão marca o regresso aos voos da SpaceX e a sua primeira tentativa de aterrar um ‘first stage’ em terra”, resumiu a SpaceX, que conseguiu a inversão de marcha e a aterragem como planeado. É mais um passo para os foguetes reutilizáveis, algo que antes era considerado impossível. Mas depois de a Blue Origin de Jeff Bezos (CEO da Amazon) ter conseguido lançar e recuperar um, no mês passado, Musk conseguiu o mesmo feito com uma aterragem sem problemas. É um grande avanço para a indústria: se for possível recuperar e usar os foguetes sucessivamente, o custo dos lançamentos espaciais cairá de forma drástica.
E essa é a visão de Musk e de outros aventureiros do espaço, como o já referido Jeff Bezos e também Richard Branson, da Virgin Galactic. O objetivo final é operacionalizar viagens comerciais para fora de órbita, a preços que os consumidores possam pagar. Elon Musk está empenhado naquela que acredita ser a maior aventura de sempre da Humanidade – primeiro as viagens turísticas para Marte, depois a sua colonização. O seu plano é levar um milhão de pessoas para o planeta vermelho.
A SpaceX tornou-se a primeira empresa a ser contratada pela NASA para levar carga até à Estação Espacial internacional, e já ganhou outro contrato em parceria com a Boeing: levar astronautas para a Estação a partir de 2017.
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