O ataque cibernético aos estúdios cinematográficos da Sony, do passado mês de novembro, pode custar à empresa cerca de 200 milhões de dólares, depois da controversa longa-metragem “Uma Entrevista de Loucos” (The Interview), onde é satirizado o assassínio do líder do Estado da Coreia do Norte, Kim Jong Un, ter sido divulgado ilegalmente na Internet.
Após de ter desembolsado 80 milhões de dólares para materializar a comédia, protagonizada por Seth Rogen e James Franco, a Sony Pictures viu-se forçada a cancelar a estreia do filme nos cinemas, no encalço de ameaças lançadas pelo grupo de ciberterroristas, auto-intitulado Guardians of Peace (GOP), ou Guardiães da Paz. A organização – que Washington, embora ainda não oficialmente, suspeita ser apoiada pelo governo de Pyongyang – garantiu que as salas de cinema que exibissem o filme seriam alvo de investidas cibernéticas.
Paralelamente ao dinheiro investido no filme, que não voltará a reaver, a Sony terá também que reabilitar a sua rede informática, tarefa que deverá deixar a empresa umas centenas de milhões de dólares mais leve, de acordo com o que foi avançado por Hemanshu Nigam, fundador da empresa de cibersegurança SSP Blue.
O GOP não se limitou a inviabilizar a exibição do “Uma Entrevista de Loucos”. O grupo de hackers ameaçou também funcionários da Sony Pictures.
Ao embargar a estreia do filme, a Sony perderá, indiscutivelmente, milhares de dólares em vendas de bilhetes durante a época natalícia.
A Sony, contudo, absteve-se de avançar qualquer decisão acerca do lançamento do filme noutros formatos de consumo, como DVD, streaming e TV. Caso venha também a considerar um risco a exibição do filme noutras plataformas multimédia, a Sony abrirá mão – embora não voluntariamente – da sua posição no mercado do entretenimento.
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