A Yota Devices conseguiu o primeiro contrato de distribuição dos seus smartphones na China. A fabricante russa dos telemóveis com dois ecrãs vai assim aterrar no seu primeiro grande mercado através da chinesa Potevio.
O YotaPhone, que, segundo informações avançadas pela Reuters, não foi das apostas mais rentáveis na esfera dos smartphones, conseguiu somente conquistar um grupo minoritário de seguidores, com o seu design inédito. Talvez o telemóvel com dois ecrãs (um à frente e outro atrás) seja, para a generalidade dos consumidores, demasiado outside of the box.
Na parte dianteiro do YotaPhone encontra-se aquilo que poderá chamar-se de um ecrã típico de um smartphone, que serve para efetuar e receber chamadas e demais funções habituais. Na traseira do telemóvel, contudo, está integrado um ecrã que nunca se desliga, onde podem ver-se notificações de redes sociais, mensagens de texto, informações meteorológicas, entre outras.
Apesar de Vladimir Putin parecer ser um dos escassos fãs do YotaPhone (o Presidente foi fotografado a entregar um destes smartphones ao primeiro-ministro Xi Jinping durante a sua visita à China no passado mês de novembro), o dispositivo parece não ter sido bem-sucedido na conquista do grande público.
Mas esta situação poderá estar prestes a inverter-se. A Yota revelou que, ainda este trimestre, começaria a vender o seu mais recente YotaPhone2 no mercado chinês, que será distribuído pela parceira Potevio.
De acordo com a agência noticiosa, a Potevio vendeu na China 36 milhões de telemóveis em 2014, o que traduziu-se num volume de vendas de cerca de 7,4 mil milhões de dólares.
O diretor executivo da Yota Devices, Vlad Martynov, parece estar confiante de que, com este novo parceiro, os smartphones de dois ecrãs possam ter uma segunda oportunidade e distinguir-se, progressivamente, dos seus rivais setoriais.
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