As empresas estão a começar a substituir a atitude “no-cloud” com uma posição que privilegia a nuvem ou transita totalmente para a cloud.
“Além de muitas organizações com uma política ‘no-cloud’ já terem alguma utilização inevitável da nuvem, acreditamos que esta posição irá tornar-se cada vez mais insustentável”, afirma Jeffrey Mann, vice presidente de pesquisa da Gartner. “A cloud irá ser cada vez mais a opção por defeito para a implementação de software. O mesmo se passará no software customizado, que é crescentemente programado para alguma variação de nuvem pública ou privada.”
A consultora sublinha, no entanto, que tal não significa que tudo será baseado na nuvem – e admite que os receios são válidos nalguns casos. Só que a posição extrema de negar a sua utilização irá praticamente desaparecer. A utilização mais comum será de um modelo híbrido, o que requer que as nuvens públicas façam parte da estratégia global. “Os fornecedores de tecnologia vão poder assumir que os seus clientes terão capacidade de consumir funcionalidades na nuvem”, refere a Gartner.
Outras previsões para os próximos anos incluem:
Thomas J. Bittman, vice presidente e analista da Gartner, reconhece que a maioria das empresas vai continuar a ter centros de dados on-premises. “Mas com o poder computacional a desviar-se para fornecedores IaaS, as organizações e fabricantes precisam de se focar na gestão e alavancagem de uma combinação híbrida on-premises, off-premises, nuvem e fora da nuvem, com foco numa gestão eficaz e eficiente da capacidade na cloud.”
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