O novo regulamento para a proteção de dados, GDPR, vai acarretar grandes mudanças na forma como as organizações lidam com os dados dos seus clientes e utilizadores. Estas empresas e instituições, públicas e privadas, vão ter de implementar ferramentas de controlo e procedimentos específicos para a gestão e proteção dos dados, com sanções significativas para quem não cumprir e que podem chegar a 20 milhões de euros ou 4% da faturação anual.
A Reditus realizou, assim, um evento que reuniu alguns dos mais conceituadas empresas e especialistas neste domínio. O evento contou com a presença de Bolivar Pereira, representante da IAPP, líder mundial na formação e certificação de DPO’S (Data Protection Officer), que abordou a temática “Navegar pela GDPR”.
Nicolas Luneau e Eric Naegals da Digital Guardian, empresa especializada em DLP (Data Loss Prevention) à escala mundial, falaram da perda de dados e de formas de proteção para que tal não aconteça.
Pedro Correia, consultor da Reditus para a área de Segurança de Informação, mostrou a “Abordagem da Reditus à GDPR”, salientando a importância de “uma intervenção concertada a diversos níveis, nomeadamente na definição de Programas para a Privacidade, formação e certificação do DPO´s e ações de sensibilização dos colaboradores nas empresas para a criticidade das questões relacionadas com a cibersegurança”.
O consultor apresentou o conjunto de soluções de âmbito tecnológico disponibilizadas pela Reditus e que representam um papel fundamental na política de segurança de uma organização, nomeadamente ao nível da Data Loss Prevention (DLP), Data Encryption, SIEM, Gestão de Vulnerabilidades, Autenticação e Controlo de Acessos, Segurança de Redes e Sistemas, Pseudonimização de Dados, Auditorias de Segurança e Análise Forense, entre outras.
A “Nova Legislação de Proteção de Dados e o seu Impacto nas Organizações” foi outro dos temas em destaque abordado por Marco Ourives, advogado da Reditus. “Para além dos efeitos práticos da norma europeia, que obrigam à implementação de medidas específicas como a definição do DPO, evidenciação do cumprimento da lei, entre outras, a empresa deverá também constituir uma equipa multidisciplinar de apoio à implementação e controlo das políticas internas e externas de proteção de dados” afirmou o advogado.
De acordo com comunicado, a conferência contou com a presença de cerca de 40 das maiores empresas nacionais, de vários sectores de atividade como Administração Pública, Telecomunicações, Banca, Seguros, Indústria e Serviços, entre outros.
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