A Qualcomm criou uma unidade na China para ajudar os fabricantes de smartphones locais a venderem os seus produtos nos mercados estrangeiros. Esta iniciativa surge cerca de dois meses após a empresa norte-americana ter sido pesadamente multada pelo governo chinês sob acusações de conduta monopolista.
Produtora de processadores que potenciam dispositivos como o Samsung Galaxy Alpha ou o Sony Xperia Z3, a Qualcomm está a procurar aliciar o mercado chinês, um par de meses após a Comissão Nacional para o Desenvolvimento e Reforma (NDRC) a ter obrigado a desembolsar cerca de 975 milhões de dólares, no seguimento de acusações de práticas que alegadamente violavam as leis chinesas reguladoras do mercado e da concorrência.
Compelida a reduzir as suas taxas de licenciamento, após a contenda que teve com o governo chinês, a Qualcomm, segundo o seu CEO Steve Mollenkopf, observou uma maior predisposição por parte dos clientes chineses para firmarem acordos de licenciamento.
A pressão exercida por rivais no continente asiático levam a Qualcomm a procurar alianças com fabricantes chinesas de dispositivos móveis. A competição acérrima obrigou já a empresa a reduzir em mil milhões de dólares as projeções para as suas receitas de 2015.
Para potenciar o seu crescimento na Ásia, a Qualcomm vai tentar aliar-se a fortes empresas como a Xiaomi e a Huawei, mas também, segundo o WSJ, a algumas empresas cuja notoriedade para lá das fronteiras da China é reduzida.
Esta unidade de “internacionalização” foi criada pela Qualcomm com o intuito de levar as empresas chinesas até outros mercados, para que possam ter acesso a adicionais fontes de receitas e de crescimento.
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