De acordo com o relatório, citado pela Reuters, os gastos de anunciantes em redes sociais vão representar 20% de todo o investimento publicidade na internet dentro de apenas dois anos. Isso significa que o segmento será praticamente equivalente à publicidade em jornais (apenas um ponto percentual abaixo). A Zenith Optimedia espera mesmo que as redes sociais como destino para anunciantes ultrapasse os jornais em 2020.
“As redes sociais e o vídeo online estão a impulsionar o crescimento contínuo nos investimentos publicitários globais, apesar das ameaças políticas à economia”, afirmou Jonathan Barnard, diretor de previsões da Zenith.
Em 2017, a agência prevê que os investimentos globais em publicidade cresçam 4,4%, o mesmo ritmo de subida que em 2016. Isso é considerado especialmente importante tendo em conta que este ano existiram vários eventos importantes que impulsionaran os anúncios – desde o Rio 2016 ao referendo que deu origem ao Brexit e à eleição presidencial nos Estados Unidos.
No caso do vídeo online, que também está a crescer muito, o total será de 35,4 mil milhões de dólares em 2019, já acima do investimento na rádio.
O relatório da Zenith mostra que o investimento publicitário se manteve estável nos últimos seis anos, apesar do crescimento ter declinado no Médio Oriente e Norte de África.
As principais redes sociais a beneficiarem dessa atenção dos anunciantes são o Facebook e o Snapchat. Já o Twitter, cuja base de utilizadores estagnou, tem apresentado dificuldades em conseguir lucros e crescer o negócio de publicidade.
Já para os media, a mudança da forma como os leitores consomem notícias afetou a capacidade de negociar com anunciantes. As rede sociais são, atualmente, plataformas que misturam entretenimento com consumo de notícias, o que as torna não apetecíveis.
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