A parte interessante desta nova iniciativa da Google é que ninguém sabe exatamente para que servirá o sistema operativo. A sua existência, neste momento, resume-se a uma pilha crescente de código no depositório de código da gigante tecnológica (e também no GitHub).
Outra parte interessante é que não se baseia, nem tem nada a ver, com o sistema operativo móvel Android, que domina 80% do mercado de smartphones. O Fuchsia não usa o kernel Linux que alimenta tanto o Android como o Chrome OS. Usa o Magenta.
“Foi tomada a decisão de o construir com base em open-source, por isso mais vale começar do zero”, comentou o colaborador da Google Brian Swetland sobre o sistema, numa conversa de chat IRC partilhada no Hacker News. “As coisas serão públicas eventualmente, documentadas e anunciadas, só que não para já”, comentou outro responsável, citado pelo Business Insider. Travis Geiselbrecht, colaborador da Google envolvido no projeto, acrescenta que o Fuchsia terá suporte para Raspberry Pi 3.
Entretanto, a especulação já cavalga online: o blogue Android Police, que foi o primeiro a noticiar a existência do Fuchsia, sublinha o seu potencial para a Internet das Coisas. Mas o kernel está desenhado para correr numa variedade de aparelhos, incluindo computadores e smartphones. Talvez por isso, há quem especule que a Google quer fundir o Android com o Chrome OS, criando um sistema mais sofisticado.
Isto bate certo com um plano que foi noticiado no ano passado, de que a empresa queria unificar os seus dois sistemas e lançar uma coisa nova em 2017. Mas correm também rumores de que se trata de um sistema para realidade aumentada.
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