A Prosegur Research, o centro de Insight&trends da Prosegur, explica que há muito mais inovação na criminalidade, embora não se fale tanto sobre isso.
Há que assinalar que é mais fácil conceber e implementar novidades numa equipa que está fora da lei, “que quebra todo o tipo de regras e que assume riscos acima das suas possibilidades”. Além disso, têm também mais tempo “e, por vezes, mais recursos”.
Neste sentido, a inovação criminal é entendida como o processo pelo qual se reformulam componentes substanciais de códigos e normas pré-existentes que caracterizam o modus operandi de organizações ou indivíduos para fins ou meios ilegais.
Por outras palavras, é a adoção de novos padrões de comportamento criminoso.
É possível identificar tipos distintos de inovação, de acordo com a Prossegur Research:
Os cibercriminosos estão constantemente a inovar. No futuro, espera-se que haja cada vez mais alianças entre organizações criminosas, terroristas e cibercriminosos.
Diz ainda o estudo que “continuaremos também a assistir ao crescimento dos mercados XaaS (Everything as a Service), bem como ao desenvolvimento intensivo da inteligência artificial e da robótica para fazer melhores armas e robôs ou soldados criminosos”.
A inovação criminosa, altamente ligada à capacidade de tirar partido dos desenvolvimentos tecnológicos de formas originais, continuará a ser orientada para investimentos de alta rentabilidade e baixo risco.
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