O projeto DeStalk formou mais de 350 profissionais que lidam com a violência baseada no género sobre como abordar eficazmente com o stalkerware e outras formas digitais de violência de género.
Os parceiros da DeStalk são uma combinação da comunidade de segurança cibernética, organizações de investigação e sociedade civil, além de autoridades públicas.
A rápida proliferação de tecnologias baseadas na Internet “coloca as mulheres e jovens em risco acrescido de violência digital baseada no género, tanto a cometida online como de abuso através da tecnologia”.
“A violência online não é mais do que uma continuação da violência offline contra mulheres e raparigas. A violência contra as mulheres que tem lugar todos os dias fora da rede, é amplificada, alargada e agravada no mundo online e pelas novas tecnologias”, refere Iris Luarasi, Presidente da GREVIO.
A Internet e as tecnologias associadas podem contribuir para um controlo coercivo, especialmente nas relações em que a violência já está presente offline.
Na Europa, “70% das mulheres que experimentaram a ciberperseguição também experimentaram pelo menos uma forma de violência física ou sexual por parte do seu parceiro”.
Além disso, o último relatório da Kaspersky sobre stalkerware mostra que na União Europeia, Alemanha, Itália, França e Espanha encontram-se entre os países mais afetados pelo stalkerware.
Na Península Ibérica, “o número do relatório ascende a 321 afetadas em 2021, e 24% das pessoas inquiridas admitem ter sofrido algum tipo de violência ou assédio por parte do seu parceiro ou ex-parceiro utilizando tecnologia”.
Por seu lado, 21% suspeitam que o seu parceiro está a espiá-los através de uma aplicação móvel.
Outra descoberta preocupante é que “30% dos inquiridos não vêem qualquer problema em controlar o seu parceiro “sob certas circunstâncias”.
Em resposta a esta crise crescente de ciberviolência contra as mulheres, o projeto DeStalk, co-financiado pelo Programa de Direitos, Igualdade e Cidadania da União Europeia, contribuiu para aumentar os conhecimentos e a capacidade técnica e de colaboração de profissionais e instituições relevantes para lidar com o stalkerware e a ciberviolência.
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