O estudo mostra que 38% das mulheres que trabalham em TI foram desencorajadas em seguir uma carreira na área quando comprovaram a diferença de género existente na sua empresa. Quase metade de profissionais de TI reconhece que trabalham em equipas maioritariamente compostas por homens, em comparação com apenas 7% na Europa, que trabalha em equipas do sexo feminino.
Mais de metade (55%) das mulheres em TI demonstra ter mais relutância em integrar uma empresa com desequilíbrio de género: em comparação com apenas 38% dos homens na Europa.
Das principais conclusões do estudo da Kaspersky Lab, destaque para :
“Em toda a Europa, a presença de mulheres em TI é claramente insuficiente. Embora não haja uma solução imediata que possa reverter a clara lacuna de género no nosso setor, nosso estudo e debate ajudam-nos a entender melhor como podemos aumentar o interesse pelas áreas da tecnologia e da cibersegurança e torná-las mais atraentes e acessíveis às mulheres. Não estamos falar apenas de carreiras profissionais individuais, mas de como a indústria da cibersegurança pode beneficiar da incorporação de mais mulheres, oferecendo uma abordagem diferente quando se trata de identificar, analisar e proteger contra ameaças cibernéticas “, disse Ilijana Vavan, diretora-geral da Kaspersky Lab na Europa.
Para India Lucas, gestora para os temas de talento, diversidade e competência na techUK, é fundamental definir o que é que entendemos por tecnologia: “Precisamos de desafiar as perceções atuais face ao que é entendimento como uma carreira na área da tecnologia. Não é fácil. As empresas devem desafiar os departamentos de RH para a identificação de candidatas e, a realidade é que precisamos de mais informação para sermos capazes de desafiar esta tendência inconsciente.”
Wincie Wong, responsável por Digital Proposition na RBS e membro fundador do Capítulo “Tech She Can” da PWC, comenta: “Precisamos de insistir na ideia de o que é que uma carreira em tecnologia pode fazer pelas raparigas e jovens no contexto do mundo tecnológico no qual nos inserimos, concentrando-nos menos nos naqueles que são os elementos técnicos e mais no valor que podem acrescentar. Também temos de trabalhar para mudar a linguagem em torno da tecnologia, para que esta seja mais neutra no que diz respeito ao género e menos desencorajador para as mulheres.”
Ewa Magiera é responsável das Comunidades para a Code First Girls, que tem como objetivo aumentar a diversidade de género na tecnologia. “Há uma grande insistência na componente matemática da tecnologia, que pode chegar a ser desagradável, especialmente quando a tecnologia é muito mais ampla do que a simples programação. Outras habilidades, como a criatividade e a empatia, são também de grande valor na tecnologia.”
Tanto o inquérito como a mesa redonda realizada nos escritórios da Kaspersky Lab UK, na qual intervieram os porta-vozes citados anteriormente, servirão para que a Kaspersky Lab consiga comunicar os seus próprios compromissos no momento de inspirar as mudanças na indústria e, serão anunciados, ao mesmo tempo, este ano como parte da sua iniciativa CyberStarts.
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