A PT Portugal e a Alcatel-Lucent realizaram o primeiro teste a nível mundial de uma ligação a um terabit por segundo, com o propósito de melhorar os atuais serviços disponíveis no mercado português. Os utilizadores poderão beneficiar desta inovação caso os testes alcancem aquilo a que se propõem.
Pela primeira vez, foi testada uma ligação a um terabit por segundo e tudo aconteceu em Portugal. A PT Portugal e a Alcatel-Lucent juntaram-se para realizar este teste, pioneiro a nível mundial, e cujo objetivo passava pela concretização desta ligação sobre uma rede de fibra ótica que percorre mais de 500 quilómetros ao longo do país.
O processo partiu da rede de fibra óptica já existente em Portugal, uma rede capaz de suportar uma ligação de um terabit por segundo. Para a realização desta ligação, foram utilizadas técnicas de modulação eficiente que, de acordo com as empresas, reduz a latência em 20 por cento, bem como tecnologias Flezgrid e Superchannel, capazes de aumentar a eficiência espetral, a capacidade da rede e a largura da banda.
Foram ainda utilizadas ligações nos Core Router IP/MPLS com interfaces a 100Gb/s para completar a ligação a nível IP. Os equipamentos empregues neste teste incluíram os produtos da Alcatel-Lucent 1830PSS e 7950XRS.
A PT Portugal e a Alcatel-Lucent poderão ganhar um lugar destaque na corrida pela inovação das telecomunicações ao testarem uma ligação com o objetivo de melhorar a rede de transporte ótico, tornando-a mais inteligente e aproximando-a do conceito de Optical Network as a Service (ONasS).
A parceria entre as duas empresas é descrita como fundamental pelo CSO da Alcatel-Lucent Portugal, Henrique Gomes, que explica que a Alcatel-Lucent quer manter a “posição na vanguarda da tecnologia no segmento de telecomunicações”. Para alcançarem esse objetivo, o CSO afirma que a melhor forma é estarem ao lado de uma empresa como a PT Portugal e aponta o datacenter da Covilhã como uma marca distintiva de qualidade.
Caso os testes realizados pelas duas empresas obtenham sucesso, as ligações de rede deverão tornar-se mais rápidas e suportar o crescente aumento do volume de tráfego, sem ser necessário, para isso, modificar a atual rede de fibra ótica existente no país.
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