Um estudo patrocinado pela Ricoh Europa revela que as pequenas e médias empresas europeias estão a progredir mais depressa do que as grandes organizações no que diz respeito à transformação digital.
O estudo revela que o modelo de negócio em que a partilha de conhecimentos entre colaboradores é reforçada permitirá futuramente responder de melhor forma às necessidades dos clientes e que cerca de 66 por cento das PME esperam digitalizar os seus documentos em suporte físico ao longo dos próximos três anos. Será necessário fazer uma revisão e otimização dos processos e fluxos de trabalho, para no futuro dar uma melhor resposta às necessidades das empresas e dos colaboradores.
Este estudo da Ricoh aponta ainda para um longo caminho a percorrer até que os ambientes de trabalho sejam verdadeiramente colaborativos e eficientes.
As pequenas e médias empresas devem assegurar a revisão das suas atuais tecnologias, assim como otimizar as suas formas de trabalhar, para conseguirem usufruir delas ao máximo. Todos os líderes empresariais inquiridos classificaram a otimização de processos documentais como crucial, nomeadamente a revisão da forma de trabalhar, considerando que a tecnologia tem um impacto positivo no crescimento do negócio.
David Mills, COO da Ricoh Europa, considera que “as PME mais inovadoras têm agora uma excelente oportunidade de evoluírem, porque, ao fomentarem ainda mais a digitalização dos documentos cruciais para o negócio e ao otimizarem os seus processos, terão mais rapidamente acesso às informações”.
Cerca de 78 por cento dos entrevistados no estudo afirmaram que os seus colaboradores podem trabalhar em documentos a partir de qualquer dispositivo móvel, quando nas grandes empresas apenas 69 por cento o admitiram.
Por fim, o estudo conclui que os líderes das pequenas e médias empresas estimam que daqui a quatro anos a maioria dos seus colaboradores se enquadre na definição de iWorker. Assim, o principal desafio das PME é estabelecer uma nova cultura de partilha de informações.
O mais importante é ultrapassar os obstáculos culturais que interferem com a gestão da informação e “criar uma cultura de partilha de informações que irá atrair e promover a retenção de mais iWorkers, de modo a melhor conduzir os negócios no futuro”, conclui o COO.
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