O relatório indica também que desceu de 39% para 29% o número de PME que aplicam medidas de proteção e configuração, “o que supõe um risco potencial acrescido tanto para as empresas como para a cadeia de fornecedores e para os seus associados, incluindo empresas de maior dimensão”, refere a Cisco. A fabricante tem realizado este estudo anual desde 2007.
O diretor de segurança da multinacional, John Stewart, diz que o cenário está cada vez pior, dado o aumento do volume e complexidade dos ataques. “A capacidade de reconhecer e responder a ameaças de segurança em quase tempo real é um imperativo de negócio”, analisa o executivo. “Não podemos simplesmente continuar a criar dívidas técnicas, deixando sistemas sem correções, serviços críticos expostos e serviços de aplicações abertos a ataques. Estes são os que podemos controlar, mas os dados mostram que não estamos a ser bem sucedidos.”
Em causa está software obsoleto, infraestruturas que precisam de correções e upgrades e um ambiente de segurança que não é coeso.
Por exemplo, apenas 59% das empresas visadas no relatório considera que a sua infraestrutura de segurança está atualizada, uma diminuição de 5 pontos percentuais em relação a 2014. Foram identificadas vulnerabilidade conhecidas em nada menos que 92% dos dispositivos de internet analisados pela Cisco, sendo que 36% dos equipamentos já não têm acesso a manutenção por parte do fornecedor ou estão descontinuados – um problema que não se consegue resolver porque não há correções nem updates disponíveis.
Outro indicador importante é que menos de metade das organizações consideradas, 45%, acreditam ser capazes de determinar o alcance de um ataque na sua rede empresarial e corrigir os danos.
O diretor de segurança da Cisco sugere algumas soluções que podem ajudar a melhorar o cenário:
Mais sobre o estudo, incluindo o download de uma cópia, pode ser consultado aqui.
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