Rui Serapicos, managing partner da CIONET, foi um dos oradores presentes no evento que debateu vários temas como dominar agile, transformação digital, novos business models, mobilidade, entre outros.
Uma das conclusões foi o de que as empresas precisam de desenvolver capacidades de se aproximarem e dominarem o digital e o mobile de forma a alavancar uma transformação no negócio, tornando-o mais rápido, com menores custos, e gerar um aumento de produtividade.
O responsável da comunidade de CIOs apresentou a sua visão sobre a disrupção de negócios. Rui Serapicos afirmou que “nunca se criou tanta disrupção como agora, e é tudo graças à tecnologia” e que a sociedade “está agora pré-programada para repetir e optimizar o que quer que tenha levado à melhor “safra” do ano passado. É esse perigo que corremos quando mantemos um “mindset” de agricultor versus caçador”. O orador referiu ainda as três armadilhas do Agricultor (complacência, repetição, proteção) versus os três instintos do Caçador (insaciabilidade, curiosidade, e disponibilidade para criar disrupção).
O tema da inovação em negócios foi também abordado numa perspetiva de três elementos-chave para a mudança de paradigmas e modelos de receita nomeadamente: Omnipresença, “Technolepathy” ou seja a capacidade de integrar sensorização de interfaces humanos e tecnologia com análise preditiva permitindo experiências aumentadas e previsíveis, e mutação – a integração de tecidos digitais com tecidos orgânicos.
Por último, o managing partner da CIONET indicou sete “Agility Hacks” para o desenvolvimento de negócios ágeis: (1) “Infetar-se” pelo vírus da inovação; (2) Idear com Software Social; (3) Trabalhar com plataformas de Crowd Funding; (4) Desenvolver Road Show de equipas de inovação internas; (5) Implementar FabLabs interno; (6) Desenvolver grupos de teste de colaboradores e finalmente (7) Envolver toda a organização nas interações com o cliente.
Rui Serapicos concluiu que as organizações, ao responsabilizarem cada colaborador a manter contacto direto e a responder a número de questões de relação com o cliente, ajudam o seu talento a encontrar soluções e novas iniciativas em agilidade organizacional.
A Outsystems finalizou o evento com uma demonstração da sua plataforma e a Porto Business School partilhou a sua experiência de transformação digital, os critérios de seleção e os benefícios com a escolha da plataforma de Low-Code da empresa portuguesa.
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