O Ministério da Indústria e das Tecnologias de Informação (MITI), a autoridade reguladora do setor das TI da China, disse hoje que esta decisão tem efeito imediato e que abrangerá serviços que manuseiem dados online e plataformas de comércio. A Reuters, contudo, diz que as repercussões da medida sobre os negócios de e-commerce existentes são ainda incertas.
É característica do governo chinês a desconfiança face a empresas tecnológicas estrangeiras, alegando que estas forasteiras prejudicam a saudável atividade concorrencial do mercado local e ensombram as pequenas entidades nativas. Desta forma, Pequim tem ativamente sujeitado as empresas estrangeiras a minuciosas e frequentes investigações antitrust, o que tem incapacitado as operações de inúmeras empresas cujo berço fica além das fronteiras da potência asiática.
Mas com esta abertura da esfera do comércio eletrónico à influência de organismos estrangeiros, podemos ser levados a pensar que a China apercebeu-se, por fim, de que uma postura veemente protecionista, e por vezes até anti-americana, poderá estar a resultar na estagnação do mercado do comércio eletrónico, ou num crescimento aquém do potencial, e que está na altura de tornar permeável parte das suas “muralhas digitais”.
O MITI afirma que esta estratégia vai estimular o desenvolvimento do mercado chinês do comércio online e cativar investimento estrangeiro, o que levará, ainda, ao aumento da competitividade.
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