“Em 2016, esperamos que os fabricantes ofereçam novos bundles de sensores e standards de conectividade para suportar o papel do smartphone como centro de cenários da Internet das Coisas, como a casa inteligente e pequenos espaços de trabalho”, indica a analista.
Outra área que estará em destaque é a tecnologia de autenticação biométrica, que irá além da impressão digital e deverá incluir voz, reconhecimento facial e outros métodos. “No futuro, isto será expandido para soluções, que ao recolher e examinar dados de sensores e biometria, como expressões faciais e tons de voz, irá detetar as emoções humanas e espoletar uma resposta ou sugestão específica a dar ao utilizador.”
Roberta Cozza também espera avanços na realidade aumentada e realidade virtual, uma área onde a Samsung tem sido particularmente dinâmica.
O mercado está a abrandar e o maior crescimento vem dos mercados emergentes com smartphones de entrada de gama e gama média. Os modelos básicos e de entrada vão representar dois terços das vendas em 2019, diz Cozza, sublinhando que apenas 20% do total das vendas de smartphones virá dos mercados maduros.
Neste contexto, a Gartner espera que os fabricantes chineses continuem a ganhar quota de mercado. “Eles estão bem posicionados para capitalizar na procura por smartphones de baixa-média gama nos mercados emergentes, à medida que se expandem para fora da China”, diz a analista. “A sua vantagem em relação aos custos permite-lhes lançar ofertas de média gama baratas mas mais sofisticadas, ao mesmo tempo que promovem a marca.” No entanto, refere a especialista, no médio prazo estes fabricantes também serão pressionados para melhorarem a rentabilidade. “A possibilidade de algum nível de consolidação entre os fabricantes chineses não pode ser excluída.”
A Huawei foi a empresa chinesa que melhor desempenho teve no ano passado, com um crescimento sólido da quota de mercado e a terceira posição no ranking, atrás da Samsung e da Apple. A Lenovo aparece em quarto, mas com perda de terreno, e a Xiaomi vem em quinto.
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