Lisboa, 29/07/2010 - Zeinal Abedin Mohamed Bava , Presidente da Comissão Executiva da Portugal Telecom Hora : 12:33 Local : Lisboa Na Foto : Zeinal Bava ( Orlando Almeida / Global Imagens) © Proibido o uso editorial sem autorização da Global Notícias. Esta fotografia não pode ser reproduzida por qualquer forma ou quaisquer meios electrónicos, mecânicos ou outros, incluindo fotocópia, gravação magnética ou qualquer processo de armanezamento ou sistema de recuperação de informação, sem prévia autorização escrita da Global Notícias.
De acordo com a decisão, publicada no site da Comissão de Valores Mobiliários do Brasil, o “colegiado da CVM decidiu, por unanimidade, aplicar multa no valor de 200 mil reais”, no âmbito do processo que averiguou a responsabilidade de Zeinal Abedin Mohamed Bava, na altura presidente da Oi, “por se ter manifestado” nos media durante o decurso da oferta pública de distribuição de ações ordinárias e preferenciais da operadora brasileira.
Em causa estão as declarações feitas a imprensa por Zenal Bava em 26 de março de 2014 quando, num evento com jornalistas, fez “referências aos benefícios que seriam auferidos pela companhia [Oi] em resultado da fusão com a Portugal Telecom”, lê-se na acusação.
“Os principais pontos da operação seriam deliberados pelos acionistas em assembleia-geral extraordinária que seria realizada no dia seguinte”, prossegue a acusação, que recorda que a Oi tinha submetido à análise da CVM um pedido de registo da oferta em 19 de fevereiro do mesmo ano.
“Para o relator, não há dúvidas que as declarações prestadas pelo acusado (que ocupava posição executiva de maior destaque na Oi) em evento promovido pela própria companhia, no curso da oferta pública e às vésperas de deliberação relevante, tinham potencial de influenciar interessados na oferta, em clara ofensa ao período de silêncio estabelecido na norma”, adianta.
Ou seja, o discurso de Zeinal Bava “carregava tom bastante otimista acerca” do futuro da Oi, “fazendo alusão única e exclusivamente aos benefícios que seriam obtidos pela companhia caso a operação de fusão da Oi com a Portugal Telecom fosse concretizada”, sendo que as referências “a possíveis sinergias, redução de alavancagem e criação de valor aos acionistas tinham condão de influenciar potenciais investidores”, infringindo a lei.
Zeinal Bava pode apresentar recurso com efeito suspensivo ao Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional.
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