Motorola terá o seu próprio smartwatch

A Motorola quer este ano lançar-se no mercado da tecnologia wearable com um relógio inteligente que dará maior ênfase à autonomia.
A Motorola já não é uma empresa da Google, ou muito em breve deixará de o ser em virtude de um acordo feito com a Lenovo para adquirir o seu negócio de dispositivos móveis.
Mas este estado de transição não a impediu de participar no Mobile Wolrd Congress que tem lugar esta semana em Barcelona e onde fez um par de anúncios que valem a pena ser destacados.
Por um lado, a Motorola confirmou o seu interesse pelo mercado da wearable technology, adiantando que este mesmo ano comercializará o seu próprio smartwatch. Um smartwatch que, se atendermos às palavras de Rick Osterloh, vice-presidente de gestão de produto da Motorola, quer surpreender em design e em capacidade de autonomia.
Além disso, agora sabemos que a escolha de personalizar telemóveis através de Moto Maker, a ferramenta divulgada nos Estados Unidos após o lançamento do Moto X, passará, nos próximos meses, a fronteira mexicana e desembarcará também na Europa. Ou, mais concretamente, chegará a este novos mercados no decorrer do segundo trimestre.
Durante a sua intervenção no MWC, os responsáveis da Motorola também quiseram referir que a mudança de propriedade vai facilitar a tarefa de produção dos dispositivos e de modo algum implicará o abandono do Android.
Outros aspetos destacados são a promessa de uma segunda versão do Moto X para o fim do verão, a possibilidade de incluir, no fututo, uma moldura de madeira e a aposta em terminais low-cost, longe da barreira dos 600 dólares.