Mitos sobre BI podem colocar as empresas no caminho errado

Muitas empresas deixam-se levar por mitos que revolvem em torno das soluções de Business Intelligence, e que podem resultar na aplicação incorreta de estratégias que visam potenciar o negócio, mas que acabam por prejudicá-lo. A Qlik quer desvanecer estas “inverdades” convencionais, para ajudar as empresas a crescerem.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As ferramentas de Business Intelligence procuram fortalecer os negócios das empresas, pretendem colocar nas mãos de gestores e demais responsáveis as munições necessárias para aprimorar serviços e produtos, para obter insights cruciais à evolução e ao saudável crescimento.

James Richardson, da divisão de Business Analytics da Qlik, acredita que muitas empresas assentam as suas estratégias de BI em falsos pressupostos, em factos tidos como verdadeiros e que podem lesar seriamente os seus negócios.

Desta forma, a Qlik resolveu destruir alguns destes mitos para colocar as empresas no caminho certo, com uma perspetiva mais correta acerca do que realmente é isto de Business Intelligence.

Diz, então, a Qlik que existe uma séria falta de democratização da utilização de ferramentas de BI no seio das empresas. “O uso de BI é muitas vezes limitado a um certo número de gestores com poder de decisão dentro de uma organização”, afirma a empresa, acrescentando que estas funcionalidades deveriam chegar a todos os colaboradores, de todas as áreas, ampliando, assim, o espectro do poder de tomada de decisão, que deverá ser devidamente suportado por sólidas análises de dados.

As empresas precisam de adotar ferramentas de BI que lhes permitam “interrogar os dados”, em detrimento da mera informação estática e, diga-se, pouco útil. Torna-se, desta forma, indispensável que sejam desenhadas estratégias de BI que permitam a exploração das causas de determinados dados, das suas correlações.

As soluções de Business Intelligence têm de ser rápidas e precisas. Quando um qualquer processo de obtenção de resposta é mais demorado “do que uma busca no Google”, como diz a Qlik, encontra-se em risco de ser colocado de parte. Para que sejam devidamente adotadas e implementadas soluções de BI, estas têm de ser rápidas e de fácil utilização.

As empresas, em vez de desembolsarem quantias generosas para contratar os serviços de analistas ou de cientistas de dados, deveriam apostar em programas que coloquem ao dispor de todos os colaboradores as ferramentas de análise de dados e recorrer às capacidades inatas de analítica do ser humano.

A visualização dos dados, apesar de desempenhar a sua importante função no processo de análise, não é tudo. Conta a Qlik que é preciso obter gráficos, quadros, e outros meios de visualização, que permitam a navegação nos dados, retirando ilações, conjeturando cenários e possíveis resoluções para certo problema.

Por último, a Qlik afirma é importante apostar no desenvolvimento das capacidades de análise, pois por muitos que sejam os dados e a sua potencial utilidade, de nada servem se não forem manuseados corretamente.

“Em 2015 as empresas procuram oportunidades de crescimento e é fundamental que não estejam restringidas pelo peso de acreditarem em mitos. Elas precisam de rever as suas atitudes face à análise de dados e tomar medidas para se moverem na direção certa”, sentencia Richardson. O analista afirma, ainda, que a correta análise dos dados e a devida operacionalização de estratégias de BI permitem que a empresa cresça e que os seus negócios floresçam, o que, in extremis, é o objetivo de qualquer empresa.

Filipe Pimentel

Formado em Ciências da Comunicação, tem especial interesse pelas áreas das Letras, do Cinema, das Relações Internacionais e da Cibersegurança. É incondicionalmente apaixonado por Fantasia e Ficção Científica e adora perder-se em mistérios policiais.

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