As declarações foram feitas durante o “The Andrew Marr Show”, um programa da BBC One dedicado ao comentário político. De acordo com a imprensa local, Khalid Masood, autor do ataque no centro de Londres, enviou mensagens encriptadas via Whatsapp.
“Nós precisamos de garantir que organizações como o Whatsapp, não providenciam refúgios para que os terroristas possam comunicar entre si”, sublinhou a ministra.
Questionada sobre a polémica que envolveu a recusa da Apple em revelar as mensagens enviadas durante o tiroteio em San Bernardino ao FBI, a ministra insiste em dizer que os casos são diferentes. “Não estamos a dizer para termos acesso à Cloud. Apenas queremos que (as empresas como o Whatsapp) reconheçam a responsabilidade em colaborar com o governo, com as autoridades de justiça quando existe uma situação de ataque terrorista.”
Por um outro lado, Brian Paddick, o porta-voz dos assuntos internos da oposição ao governo de Theresa May, referiu que os serviços de segurança britânica podem inspecionar o “conteúdo das mensagens dos terroristas suspeitos”. Em declarações à agência Reuters, o porta-voz realça que a principal questão é se caso a encriptação end to end tivesse sido banida anteriormente, se teria sido possível salvar vidas. “Todas as provas sugerem que a resposta é não”, esclareceu.
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