A Microsoft contratou a Heidricks & Struggle, uma das maiores empresas de procura de executivos do mundo, para procurar um novo presidente executivo. Esta empresa foi responsável pela contratação de Eric Schmidt para CEO da Google no ano 2000.
Ballmer está na Microsoft desde 1980, ano da sua fundação, e é presidente executivo há 13 anos. É a segunda figura mais importante na história da multinacional.
O anúncio do afastamento de Ballmer foi acompanhado pela informação de que o substituto seria procurado ao longo dos meses seguintes, não excedendo o prazo de um ano. Com esse objetivo, a Microsoft contratou uma grande empresa de procura de executivos.
Em nota oficial da Microsoft pode lêr-se que o “comité especial está a trabalhar com a Heidrick & Struggles Internacional Inc, uma empresa líder no recrutamento de executivos, e vai considerar tanto candidatos internos como externos”.
Fernando Neves de Almeida, sócio da Boyden, empresa de recrutamento e de procura de talento, diz que o ideal seria uma promoção interna. “Idealmente, o CEO deve vir de dentro. Uma pessoa que é promovida dentro da empresa é porque é boa”, revela.
Já José Bancaleiro, sócio da Staton Chase, diz que “quando uma empresa faz uma pesquisa externa, tende para o externo. Significa que já olhou internamente e não encontrou quem estivesse à altura”.
As empresas “estão cada vez mais preocupadas com o desenvolvimento dos seus talentos”, diz o diretor executivo da Michael Page, Nuno Troni.
Troni dá o exemplo do PSI-20, o índice das maiores 20 empresas na bolsa de Lisboa, onde “a maior parte dos CEO foram recrutados internamente”. Um executivo promovido “já conhece a empresa, os processos, o mercado, conhece tudo”, acrescenta o diretor executivo.
O processo de procura de um executivo de topo demora entre dois a quatro meses. A empresa de recrutamento começa por identificar potenciais candidatos e há muitas variáveis a considerar. A procura também pode não ser focada apenas em pessoas do sector.
No final do processo de escolha, as empresas de recrutamento indicam dois ou três nomes e a decisão final é de quem contrata.
A negociação do pacote financeiro é muitas vezes mediada pela empresa de recrutamento. “No caso dos CEO o difícil é definir o modelo de compensação: que parte do salário é fixa e que parte é variável, quais os objetivos que dão direito a bónus e quando é que estes são atribuídos.”, diz Mariana Branquinho, sócia da Heidrick & Struggle.
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