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Micro Focus aposta no mercado português [com vídeo]

A Micro Focus é uma empresa internacional que fornece software inovador que permite às empresas desenvolver, testar, distribuir, avaliar e modernizar aplicações business-critical enterprise com uma receita superior a 400 milhões de dólares.

Fundada em 1976 e com sede no Reino Unido, a Micro Focus tem 34 escritórios espalhados por 20 países e cerca de 1200 empregados. Em 2012, a receita esteve perto dos 435 milhões de dólares. Com mais de 30 anos de experiência, a empresa tem mais de 18 mil clientes e mais de dois milhões de utilizadores, incluindo 91 das empresas do Fortune Global 100.

O software da empresa permite aos clientes responder rapidamente às mudanças do mercado e “abraçar a arquitetura moderna” que reduz custos e risco. Atualmente, a Micro Focus ajuda os clientes a reduzir significativamente o desenvolvimento aplicacional e custos operacionais, aumentando a flexibilidade e valor da informação de fontes tecnológicas.

João Rato, Sales Manager da Micro Focus Portugal, em entrevista à B!T Magazine, explica que a aposta em Portugal por parte da empresa, uma referência a nível mundial, se prende com o facto do país fazer parte da União Europeia, fazendo “sentido em Portugal como faz sentido apostar nos outros países”. Apesar de o país viver uma “crise profunda”, o país não se deve menorizar, até porque, explica, Portugal “é um mercado interessante”, com organizações “capazes de competir a nível internacional”.

A área de Enterprise da Micro Focus tem dois pilares fundamentais, o offload development e offload testing que é “possibilitar o desenvolvimento de aplicações originárias de COBOL Mainframe fora do mainframe, nomeadamente em plataforma Windows, e testá-las fora do mainframe com uma redução de custos operacionais e aumento da produtividade inerentes a tecnologia deste tipo”. Por outro lado, existe uma “área fundamental”, onde a Micro Focus tem parcerias internacionais relevantes para possibilitar o mainframe alternative, mudar aplicações de origem de mainframe tradicional IBM que possam correr noutras plataformas.

Pode ver, em baixo, a entrevista da B!T Magazine a João Rato.

Rui Damião

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