Na passada segunda-feira, a juíza norte-americana Denise Cote, negou o pedido da Apple para afastar Michael Bromwich, que em 2013 recebeu a responsabilidade de manter a empresa nos limites das leis da concorrência.
A Apple tinha pedido o afastamento de Bromwich, acusando-o de ter preconceitos contra a empresa. A disputa entre as duas partes começou quando Bromwich acusou a marca da maçã de não cooperar, impedindo-o de falar com os membros do conselho de administração e com outros executivos.
Posteriormente, os advogados da empresa de Cupertino fizeram saber que Bromwich cobrava demasiado pelos seus serviços e que tinha ultrapassado alguns limites. A Apple já anunciou, através de um advogado, que vai recorrer do processo e este caso não teve qualquer comentário da parte do Departamento de Justiça dos Estados Unidos.
No passado mês de outubro, Cote nomeou Bromwich, um ex-inspetor geral do Departamento de Justiça, três meses depois de ter constatado que a Apple era responsável por conspirar com cinco editoras para elevar os preços de livros eletrónicos.
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