Todos os dias ouvimos e lemos nos mais diversos media histórias sobre empresas e instituições governamentais que foram alvo de ataques cibernéticos. As consequências são as mais variadas, desde a alteração da homepage até ao roubo de informação confidencial, com enorme valor no mercado negro ou para a concorrência.
Ser alvo de um ataque cibernético tornou-se mais uma variável inerente ao custo de atividade, porém, se nenhuma empresa está totalmente protegida, pode no entanto implementar medidas que ajudem a mitigar o risco.
Começa a ser cada vez mais comum as organizações que recorrem às seguradoras como forma de acautelar este tipo de impactos. O desafio, por parte das seguradoras, é assegurar que as organizações seguem as melhores práticas em termos de cibersegurança, suportadas pelas tecnologias mais sofisticadas e eficazes no sentido de diminuir o seu risco.
É neste contexto que várias empresas de segurança têm trabalho com algumas das maiores seguradoras a nível mundial. A proposta de valor para este tipo de organizações assenta em disponibilizar soluções que oferecem uma janela, em tempo real, para o tipo de ataques e vulnerabilidades que poderão estar a ser alvo. Desde a monitorização de ativos de estratégicos (por exemplo: lançamento de novos produtos) nas redes sociais normalmente usadas por hackers até identificação, em tempo real, de máquinas infetadas, oferecendo inteligência proactiva que permite às equipas de segurança internas tomarem as necessárias medidas para se protegerem de potenciais ameaças e ataques.
A implementação de uma sólida política de segurança alicerçada em recursos com as competências certas e a tecnologia adequada valoriza a organização relativamente aos seus concorrentes e parceiros; porque a segurança da minha empresa está dependente das medidas de segurança também implementadas por todas as organizações com quem interajo.
No futuro veremos cada vez mais organizações a adotarem políticas de segurança dinâmicas, evolutivas e extremamente adaptativas à realidade do tipo de ameaça a que estão sujeitas, dando razão ao ditado popular “casa roubada trancas na porta”, com uma variação: trancar a porta antes que os cibercriminosos descubram a combinação!
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