Cerca de 800 mil pessoas receberão até 50 dólares como forma de compensação pela falha de segurança sofrida pelo LinkedIn e que levou ao roubo de milhões de passwords. Este é o resultado de um acordo entre as duas partes do processo, realizado ao fim de quase três anos.
O LinkedIn aceitou realizar um acordo relativamente ao processo que, desde 2012, acusa esta plataforma de enganar os utilizadores e prejudicá-los ao não garantir a segurança dos seus dados. O processo chega agora ao fim, não por decisão de um júri mas pelas mãos de um acordo que custará ao LinkedIn 1,25 milhões de dólares.
No acordo é determinado que apenas os utilizadores que fossem subscritores do serviço premium da rede social entre as datas de 15 de março de 2006 e 7 de junho de 2012 serão compensados. Tendo em conta estes parâmetros, cerca de 800 mil pessoas deverão receber entre um e 50 dólares. Para terem acesso a este valor, os utilizadores em causa deverão apresentar o pedido até 2 de maio.
Apesar de ter aceitado negociar um acordo para pôr fim ao processo, o LinkedIn mantém a posição inicial garantindo que a segurança dos seus utilizadores nunca esteve comprometida e que nenhum perfil terá sido afetado. A rede social afirma que a extensão do processo deveu-se à tentativa dos advogados lucrarem com o caso, já que também eles terão direito a parte do dinheiro.
Em causa está o roubo de aproximadamente 6,5 milhões de passwords de utilizadores do LinkedIn, depois publicadas num site russo, em junho de 2012. A acusadora e iniciadora do processo, Katie Szpyrka, afirma que esta situação tornou vulneráveis milhões de contas a ataques e roubo de informações pessoais, culpando o LinkedIn por não corresponder às expectativas no que diz respeito às políticas de privacidade.
Para resolver o problema e proteger os cerca de 160 milhões de utilizadores que a rede social tinha, nesse momento, o LinkedIn anunciou, na altura, que iria reforçar os sistemas existentes através de uma transição para um processo duplo de segurança.
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