A Kaspersky Lab afirma que a decisão da organização governamental dos EUA é inconstitucional, baseada em fontes públicas subjetivas, não tendo sido fornecidas provas de irregularidades e que a medida teve um impacto negativo nas suas vendas e na sua reputação.
Por outro lado, a empresa de origem russa considerada que o DHS não providenciou os devidos processos legais de refutação das alegações que deram origem à Diretiva e que sempre se mostrou disponível para colaborar para esclarecer o que fosse necessário sobre os seus produtos e soluções.
O DHS emitiu a ordem sem qualquer pedido de esclarecimento e, agora, a Kaspersky diz que essa decisão está a causar danos na reputação e vendas da empresa, aos seus parceiros comerciais nos EUA e à indústria de segurança, em geral. Além disso, alega que os seus princípios de proteção dos clientes e combate às ciberameaças independentemente da sua origem ou propósito foram injustamente questionados.
“Uma vez que a Kaspersky Lab não teve direito a uma oportunidade justa para rebater estas alegações e não foi providenciada nenhuma prova técnica que sustente a validade das ações do DHS, a empresa tem interesse em se defender quanto a esta questão. Independentemente da decisão do DHS, vamos continuar a fazer o que realmente importa: tornar o mundo mais seguro contra o cibercrime,” afirma, em comunicado, Eugene Kaspersky, CEO e fundador da Kaspersky Lab.
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