O Departamento de Justiça dos EUA e a comissão de valores estão a investigar a Apple em relação à perda de performance dos iPhones mais antigos.
No final do ano passado, a Apple admitiu que prejudicava a performance dos iPhones mais antigos, explicando que o fazia para que os dispositivos não reiniciassem automaticamente. Em França, um grupo de consumidores processou a tecnológica de Cupertino; no país, a pena mais grave para quem for considerado culpado de obsolescência planeada é de dois anos de prisão, uma multa de 300 mil euros e 5% do volume de negócios anual. A Apple pediu desculpa aos consumidores.
A empresa liderada por Tim Cook ofereceu mesmo um desconto para substituir as baterias dos dispositivos afetados, para além de, a partir da próxima atualização do iOS, dar uma oportunidade aos utilizadores para escolherem se a performance do smartphone é ou não afetada.
Agora, segundo a Bloomberg, o governo norte-americano pediu informações à Apple sobre este assunto. O chairman do comité responsável para investigadores questões de empresas do Senado norte-americano pediu esclarecimentos à tecnológica.
De relembrar que a Apple explicou que o problema era o envelhecimento das baterias de lítio que entregava a energia de forma desigual. Por essa razão, os iPhones podiam reiniciar inesperadamente para proteger determinados circuitos internos.
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