A unidade junta-se aos centros do Porto (sede), Lisboa, Braga e Aveiro e vai focar a sua atividade no desenvolvimento de projetos em regime de Nearshore, operando à distância projetos no setor financeiro que detém com clientes oriundos de mercados internacionais.
O projeto correspondeu a um investimento de 500 mil euros, contando com 20 colaboradores de vários níveis de senioridade, sendo que, até ao fim deste ano, a ITSector prevê a triplicação deste número, atingindo os 60 colaboradores.
A empresa pretende oferecer emprego na área de TI no interior do país e realizou um programa de formação intensiva, a ITSector Academy, com recém-licenciados do Instituto Politécnico de Bragança que deverão integrar o centro de Bragança no final de 2017.
“Em Bragança, vamos desenvolver projetos para clientes de países europeus e africanos, contemplando todas as fases de desenvolvimento de software e respetivos profissionais, desde os gestores de projeto, aos analistas funcionais, developers e testers. Também continuaremos a investir na área da investigação e desenvolvimento, que é um pilar importante no qual queremos continuar a apostar, contando também com a importante relação e apoio do Instituto Politécnico de Bragança”, indicou, em comunicado, Renato Oliveira, presidente do Grupo ITSector.
“Não é novidade a escassez, em termos globais, de recursos na área das tecnologias de informação. Portugal não é exceção, sendo clara a concentração destes profissionais nos grandes centros urbanos no litoral do país, o que obriga as pessoas que vivem no interior a deslocarem-se das suas áreas de residência para poderem apostar numa carreira. Com a abertura do Centro de Tecnologias Avançadas de Bragança, as pessoas desta e de outras localidades circundantes terão a oportunidade de desenvolver uma carreira junto das suas famílias”, acrescentou o executivo.
A ITSector refere, ainda, que não descarta a possibilidade de vir a inaugurar mais centros de tecnologias avançadas em território nacional, mas em primeiro lugar, a empresa deverá optar pelo alargamento dos centros de Lisboa e Aveiro.
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