As entidades reguladoras chinesas deram por fim o seu aval para que o novo iPhone 6 da Apple possa passar a ser comercializado nas lojas do país. O dispositivo deverá atingir as prateleiras no próximo dia 17 de outubro, saindo de um longo e exaustivo período durante o qual foi alvo de um escrutínio intenso, justificado pela China como uma medida de segurança preventiva contra potenciais atividades de ciberespionagem pela mão de empresas norte-americanas.
Tendo sido lançados no passado dia 19 de setembro, o iPhone 6 e 6 Plus enfrentaram sérias adversidades para estrearem-se no mercado chinês, o que surpreendeu alguns dos analistas, visto ser o maior setor de smartphones do mundo.
As empresas da esfera tecnológica norte-americana têm, nos últimos tempos, sido alvo de grande desconfiança por parte do governo chinês, o que inequivocamente evidencia a deterioração das outrora boas relações entre duas das maiores superpotências económicas do mundo.
Os Estados Unidos e a China têm flagelado-se mutuamente com acusações de ciberespionagem e de fornecimento de dados pessoais dos utilizadores aos seus respetivos governos. Esta situação tem tornado virtualmente impossíveis os negócios das tecnológicas norte-americanas em território chinês.
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