Parco em detalhes, o FBI anunciou apenas que está a analisar os conteúdos do smartphone, sem explicar como conseguiu entrar num iPhone bloqueado. Na semana passada, o maior diário de Israel avançou que a empresa local Cellebrite estaria a ajudar o FBI, depois de o Departamento de Justiça norte-americano ter pedido ao tribunal de Riverside que adiasse a audiência com a Apple.
Ontem, o Departamento finalizou o processo requerendo ao tribunal que anule a ordem dada à Apple em fevereiro, quando foi solicitado que a empresa desenvolvesse software específico para arrombar o smartphone.
“A nossa decisão de concluir o litígio baseou-se somente no facto de, com a assistência recente de terceiros, conseguimos agora desbloquear o iPhone sem comprometer a informação contida nele”, explicou a procuradora Eileen Decker, que assinou o pedido entregue em tribunal. Os iPhones têm uma funcionalidade de segurança que formata todos os conteúdos no caso de 10 tentativas erradas de acesso; a solução encontrada pelo FBI contornou este obstáculo.
Ainda assim, grupos de defesa de direitos e liberdades civis garantem que a batalha não fica por aqui. O FBI tem pelo menos uma dúzia de outros pedidos de acesso a iPhones bloqueados, com várias versões do sistema operativo iOS, e não é claro que a técnica usada neste 5c seja aplicada ou funcione nos restantes casos.
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