A consultora prevê que, em 2020, mais de 50% das novas aplicações desenvolvidas em PaaS estarão centradas na Internet das Coisas, o que vai gerar uma disrupção das práticas de arquiteturas convencionais.
“A adoção da Internet das Coisas vai impulsionar o uso adicional de PaaS para implementar aplicações de negócio construídas em torno de arquiteturas baseadas em eventos e dados IoT, em vez de aplicações de negócio desenvolvidas em torno de dados tradicionais”, explica o vice-presidente de pesquisa da Gartner, Benoit Lheureux. “Estas aplicações centradas na IoT vão dar um empurrão à transformação das práticas de design de aplicações que se focam em decisões ricas em contexto e tempo real, análise de eventos, workflow ligeiro e maior acesso a dados à escala web.”
Por outro lado, estas soluções serão implementadas em PaaS híbridas, com integração de aPaaS (plataforma de aplicações como serviço e iPaaS (plataforma de integração como serviço).
A Gartner prevê ainda, no entanto, que até 2018 mais de 80% das organizações que implementarem quadros de PaaS não vão ter a experiência de nuvem que esperavam. Muitas iniciativas PaaS privadas vão falhar e a tensão entre “as forças a favor de PaaS privadas e aqueles que exigem a experiência integral de uma nuvem pública vai intensificar-se, à medida que as nuvens privadas auto-geridas desapontarem.”
Mais previsões para o mercado PaaS estão disponíveis no estudo divulgado pela consultora.
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