Afinal a compra da Altera pela Intel poderá ainda vir a acontecer. Depois de as conversações entre as duas tecnológicas terem caído por terra, parece que o negócio de aquisição superior a 13 mil milhões de dólares volta mais uma vez para cima da mesa.
A Altera é especializada no fabrico de processadores reconfiguráveis, que podem ser programados para operar em eletrónica de consumo, automóveis e noutros equipamentos. Por seu lado, a Intel tem procurado divergir do seu negócio de semicondutores para computadores. Ao trazer a Altera para debaixo da sua alçada, a Intel estaria a potenciar as suas próprias capacidades ao nível de chips, mas também poderia conquistar terreno noutras áreas, como dispositivos móveis e carros.
Em janeiro, a Intel apresentou já o seu microprocessador Intel Curie. Este circuito deverá ser disponibilizado na segunda metade deste ano, e materializa os esforços da Intel no sentido de plantar o seu estandarte na esfera dos dispositivos wearable, visto que o Curie não é maior do que um botão-de-punho. A Altera seria, assim, uma valiosa adição.
Em abril, uma vaga de negociações entre as empresas terminou depois de a Altera, conta o NYP, ter recusado a oferta de 54 dólares por ação proposta pela Intel.
Um negócio de valor acima dos dez mil milhões de dólares seria o mais dispendioso alguma vez realizado pela Intel.
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