O CEO da Intel, Brian Krzanich, mostrou dispositivos de wearable computing incluindo auscultadores que monitorizam o batimento cardíaco e headsets inteligentes. Esta é uma tentativa da maior fabricante de chips do mundo de recuperar, depois ter falhado o mercado de smartphones.
A categoria wearable é, inclusive, o maior tema desta semana do Consumer Electronics Show (CES) que decorre em Las Vegas, Estados Unidos, e espera-se que várias empresas mostrem as suas versões de “roupa inteligente”.
A Intel domina a indústria de computadores mas adaptou os seus processadores para smartphones e tablets de uma forma lenta e estes mercados são dominados pelas rivais Qualcomm e Samsung Electronics.
Depois de substituir Paul Otellini como CEO em maio, Brian Krzanich criou uma nova divisão focada em identificar as futuras tendências da tecnologia e para ter a certeza que a Intel não é apanhada desprevenida novamente.
Na sua apresentação no CES, Krzanich mostrou alguns resultados da nova divisão, incluindo dispositivos que a Intel está a promover para os fabricantes de dispositivos de consumo. “Estamos a olhar para um ecossistema vasto de wearables, não apenas para os dispositivos”, afirmou.
A empresa mostrou um pequeno computador construído com a tecnologia Quark de baixo consumo da Intel e feito num formato de cartão SD para que seja fácil para os fabricantes integrarem as plataformas em produtos wearable. A Barneys New York, um departamento de lojas de luxo, está a colaborar com a Intel para desenvolver pulseiras inteligentes que parecem ter sido criadas por designers de moda e não por engenheiros.
No evento, Krzanich mostrou, também, uns auscultadores stereo para “entusiastas de exercício físico” que, para além de tocar música, mede o ritmo cardíaco através dos ouvidos. Enquanto as outras empresas lançaram produtos semelhantes a este, o dispositivo da Intel é carregado através do jack de microfone, conectado ao smartphone do utilizador em vez de uma fonte de energia separada. Software integrado no dispositivo muda automaticamente de música para encorajar o utilizador a aumentar ou diminuir o ritmo de treino, dependendo do ritmo cardíaco.
O CEO da Intel afirma que “a chave nos dispositivos é sem botões e ‘costuras’, sempre a ouvir música mas que tem aquela capacidade de baixo consumo”.
Krzanich também mostrou um smartwatch desenhado para crianças com capacidades “geo-fencing” que alerta os pais se as suas crianças se afastam das rotas estabelecidas quando vão ou voltam da escola ou não chegam a tempo.
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