O Instituto de Telecomunicações (IT) tem vindo a explorar uma nova forma de rastreio primário do cancro da mama, recorrendo à utilização de imagem por microondas em substituição o atual método que utiliza radiação ionizante e que se assume como um procedimento que gera algum desconforto nos utilizadores.
Apesar de não permitir a mesma resolução do raio-X, as microondas demonstram possuir potencial como método de diagnóstico preliminar, oferecendo mesmo um maior contraste entre tecidos saudáveis e malignos e favorecendo, desta forma, uma deteção mais confiável.
As microondas, com níveis de potência inferiores aos usados nos dispositivos móveis, não possuem riscos conhecidos para a saúde e são uma tecnologia muito mais económica do que os raios-X, o que potencia a sua utilização para rastreio de populações em larga escala.
Tendo em conta estas potencialidades, o IT apostou no desenvolvimento de novas soluções, quer ao nível de hardware quer ao nível de processamento de sinal, e os resultados alcançados são promissores. Agora o objetivo passa por construir um demonstrador de conceito onde serão integrados estes avanços.
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