Nos primeiros três trimestres de 2014, a Indra registou o início da recuperação do seu negócio no setor espanhol, paralelamente a um crescimento de 13 por cento na moeda local e ao negativo ambiente económico que flagela a América Latina, nomeadamente o Brasil, que testemunhou a dormência do crescimento do mercado.
De acordo com Comunicado de Imprensa
A receita total foi de 2.086 milhões de euros, o que representa um aumento de três por cento na moeda local e um ligeiro decréscimo de dois por cento em relação ao período homólogo de 2013.
Por geografias, a evolução das vendas acumuladas para o período foi diferente. Espanha (que representa 38 por cento do total) caiu seis por cento, ainda que se espere que para o último trimestre do ano o mercado espanhol continue a sua evolução positiva, à medida que se consolida a melhoria macroeconómica em Espanha e na zona euro acumulando assim dois trimestres consecutivos de crescimento. A região da AMEA registou um aumento de 13 por cento na moeda local (onze por cento reportado), a América Latina subiu nove por cento na moeda local (o que representa uma queda de cinco por cento reportado).
Relativamente aos mercados verticais e em moeda local: Administração Pública e Saúde cresceu 12 por cento; Transporte e Tráfego cresceu nove por cento e Serviços Financeiros seis por cento. Energia e Indústria mostrou um desempenho estável, enquanto que Segurança e Defesa registou uma queda de três por cento. Relativamente a Telecomunicações e Media, assistiu-se a um decréscimo de nove por cento que reflete uma melhoria do seu comportamento durante este trimestre face à primeira metade do ano.
O lucro líquido ascendeu a 78 milhões de euros, o que representa um aumento de 18 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior, em grande parte graças às menores despesas extraordinárias.
A contratação situa-se nos 2.126 milhões de euros, dois por cento superior às vendas, em linha com o rácio do terceiro trimestre de 2013. Destaca-se o crescimento da contratação na AMEA com um aumento de 43 por cento reportado. Em Espanha, mantém uma taxa positiva.
A margem EBIT recorrente situou-se nos 7,5 por cento. Durante o terceiro trimestre a Indra deu continuidade ao seu plano de adequação e melhoria de recursos, incorrendo um total de 16 milhões de euros de gastos extraordinários, o que inclui a maioria dos investimentos programados para 2014.
O último trimestre do ano vai concentrar-se na criação de cash flow livre, como tem acontecido nos anteriores.
O cumprimento da meta para todo o conjunto do ano em alcançar um cash flow livre de cem milhões de euros completa a faturação e cobrança de determinados projetos no México e no Brasil, bem como entrada de caixa de outros contratos relevantes celebrados na última parte do ano no processo de formalização.
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